§O que fazemos
Transformamos rotinas de empresa em agentes que executam sozinhos.
O trabalho da Pixel não começa por uma ferramenta. Começa pelo mapa da operação, segue pela ordem de prioridade e termina com processo estável rodando dentro dos sistemas que a empresa já usa.
§Método
Cinco etapas
O método é o mesmo nas três frentes de atuação. O que muda entre elas é quem executa cada etapa.
Diagnóstico
Mapeamento de áreas, processos, ferramentas e gargalos. O objetivo é descobrir onde está o trabalho repetitivo caro, que é onde um agente gera valor imediato.
Priorização por retorno
As rotinas candidatas são ordenadas por quanto custam hoje e por quão previsível é o processo. A primeira implementação é sempre a que paga o projeto mais rápido.
Preparação do contexto
Um agente só funciona com o contexto certo. Antes de construir, é preciso documentar o processo, organizar o que a empresa sabe e definir as regras que o agente vai seguir.
Construção e integração
O agente é construído e conectado às ferramentas que a empresa já usa. Nada de sistema paralelo que o time precisa lembrar de abrir.
Operação e expansão
O agente é acompanhado até virar processo estável. Só então a empresa avança para a próxima área, com o aprendizado da anterior.
§Aplicação
Onde os agentes entram
As áreas abaixo concentram os casos acompanhados pela Pixel. Em todas elas o critério é o mesmo: rotina previsível, volume alto e regra conhecida.
- Marketing
- Planejamento de campanha, produção e distribuição de conteúdo, leitura de métricas e realocação de verba entre o que performa e o que não performa.
- Financeiro
- Conferência e lançamento de nota fiscal, conciliação, cobrança interna, fechamento e relatório recorrente.
- Compras e suprimentos
- Consolidação de necessidade entre unidades, cotação, comparação com histórico e montagem de pedido.
- Recursos humanos
- Triagem de candidatura, organização de processo seletivo, integração de novos funcionários e resposta a dúvidas recorrentes do time.
- Produção e operação
- Produção de material recorrente, checagem de padrão, auditoria de rotina e relatório de acompanhamento.
- Gestão e diretoria
- Consolidação de indicador entre áreas, preparação de reunião e acompanhamento de plano.
§Pré-requisitos
O que precisa existir antes
Nenhum projeto de agente exige que a empresa tenha dado organizado em nível de projeto de tecnologia. Exige três coisas, e a ausência delas é a causa mais comum de piloto que não vira processo.
Um processo que se repete
Se a tarefa acontece uma vez por trimestre e nunca da mesma forma, o esforço de automatizar não se paga. Agente rende onde há volume e repetição.
O registro de como o processo é feito hoje
Alguém precisa conseguir descrever a sequência, as exceções e o critério de decisão. Esse registro é o contexto que o agente vai usar para decidir como um funcionário decidiria.
Acesso às ferramentas onde o processo acontece
O agente precisa operar dentro do sistema que a empresa já usa. Solução paralela que exige o time lembrar de abrir mais uma tela costuma ser abandonada em semanas.
§Entrega
O que a empresa recebe
Independentemente da frente contratada, a entrega da Pixel se resume a três resultados verificáveis.
- Um mapa da operação
- A lista das rotinas da empresa classificadas por tipo de trabalho e ordenadas por retorno potencial. É o documento que sustenta qualquer decisão de investimento no assunto.
- Agentes em operação
- Agentes construídos, integrados e acompanhados até virarem processo estável, com a propriedade toda da empresa contratante.
- Autonomia do time interno
- Time treinado para operar, ajustar e expandir o que foi construído, sem dependência permanente de fornecedor.
→Próximo passo
O método é o mesmo. O que muda é quem executa.
Nas Formações a empresa executa sozinha. No Hub executa com acompanhamento. No Works a execução é da Pixel.